Semas busca ações integradas em caso de óleo no litoral

14/11/2019 14h56 Por ASCOM

Fruto de ações de monitoramento da costa paraense desde o mês de outubro, realizadas pela Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas), em parceria com diversas instituições, ocorreu a III Reunião Extraordinária do Comitê Técnico de Apoio ao Gerenciamento Costeiro (CT Gerco) do Pará, na quarta-feira (13), quando foi debatido questões preventivas sobre a hipótese de chegada de manchas de óleo no litoral paraense.

A Semas coordena o CT Gerco que é composto também pela Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Pará (Emater), Corpo de Bombeiros Militar do Pará/Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (CBMPA/Cedec), Companhias Docas do Pará (CDP), Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM), Marinha do Brasil/Comando do 4º Distrito Naval, Capitania dos Portos (CPAOR), Secretaria de Estado de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap), Universidade Federal do Pará (UFPA), Museu Paraense Emílio Goeldi (Mpeg), Ordem dos Advogados do Brasil/Seção Pará (OAB/PA) e Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra).

Segundo a gerente da Gercoz, da Semas, Iolene Azevedo, diante da hipótese de chegada de manchas de óleo no litoral paraense, tornou-se essencial o debate sobre o assunto. “No âmbito deste Comitê, considerando a aproximação da academia com a disseminação de conhecimento, a partir de pesquisas realizadas na zona costeira paraense, com órgãos gestores estaduais e federais, o intuito é pensar nas possíveis ações preventivas e mitigadoras de seus efeitos”.

O representante da UFRA, professor Eduardo Paes, relatou sobre os processos da produção pesqueira na plataforma continental amazônica, com enfoque na dinâmica das correntes marítimas na região. “É pequena a probabilidade de chegada de manchas de óleo no litoral paraense, não tornando-se impossível. O sistema costeiro amazônico é semifechado hidrodinamicamente”, e considera ainda que o monitoramento desta área geográfica é essencial e estratégico para a região.

O professor Amilcar Mendes, do Mpeg, apresentou as Cartas SAO (Sensibilidade Ambiental a Derramamentos de Óleo), que traz o Atlas de Sensibilidade Ambiental ao Óleo da Bacia Marítima da Foz do Amazonas e ressaltou a importância de se conhecer áreas sensíveis a possíveis ocorrências na região. “Subsídios ambientais, para evitar/mitigar impactos com vazamento de óleo na área de abrangência do estudo”.

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