Escolas da APA Paytuna participam do projeto “Jornal Escolar nas Unidades de Conservação”

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Belém (23/05/14) – As escolas das comunidades de Lages e Paytuna, localizadas na Área de Proteção Ambiental (APA) Paytuna, no entorno do Parque Estadual de Monte Alegre (Pema) são as primeiras a receber as ações do projeto “Jornal Escolar nas Unidades de Conservação”, idealizado pela equipe de Comunicação da Diretoria de Áreas Protegidas (Diap) com a equipe de Educação Ambiental, ambos da Secretaria de Estado de Meio Ambiente. Entre os dias 12 e 15 de maio, o grupo esteve em Monte Alegre dando início às atividades juntos aos alunos das duas escolas.

As escolas foram escolhidas para integrarem o projeto em 2013, através de uma conversa com a gerente do Pema, Patrícia Messias. “Depois isso, foi feito o primeiro contato com os professores das duas escolas para dar conhecimento sobre o projeto e verificar o interesse deles em participar”, explica Renata Dias, idealizadora do projeto. Porém, só foi possível iniciar as atividades em 2014, quando houve o primeiro contato com os alunos.

A primeira atividade com os alunos teve o objetivo de conhecer o potencial das turmas e verificar de que maneira o projeto será realizado. A pedagoga Liliane Oliveira, da equipe de Educação Ambiental da Diap, foi a responsável pelas palestras aos alunos, em que  foi tratada de forma lúdica e educativa questões de educação ambiental referentes a APA Paytuna e ao Pema. “Foi fundamental esse primeiro contato para conhecermos a realidade dos alunos e verificarmos a melhor maneira de desenvolver o projeto de acordo com a realidade de cada escola”, ressaltou Liliane.

O projeto tem o objetivo de trabalhar a educação ambiental nas escolas do entorno das Unidades de Conservação, tornando os alunos agentes multiplicadores de informações para a comunidade. É uma forma também de interação da comunidade com a gerência da Unidade, dando conhecimento sobre questões como o que são Unidades de Conservação, as diferenças entre elas e o que pode ser feito especificamente em cada uma, utilizando uma linguagem adequada.

A leitura e a escrita também são incentivadas pelo projeto, com a distribuição de livros e a organização de rodas de leitura. “No caso das escolas com crianças que ainda não estão totalmente alfabetizadas, o projeto é adaptado para a forma de desenho, pintura, fotografia, artesanato, etc. O importante é que os ensinamentos de educação ambiental, que é o objetivo fim do projeto, sejam alcançados”, conclui Renata.

As atividades serão contínuas nas escolas da APA, sendo que a próxima etapa se realizará em agosto. O projeto também está sendo iniciado no entorno do Refúgio de Vida Silvestre Metrópole da Amazônia, que abrange os municípios de Ananindeua, Marituba, Benevides e Santa Isabel.

Ascom Sema

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