Uepa e Iesam aderem ao programa Um Bilhão de Árvores para a Amazônia

Após palestras sobre Economia Verde na Amazônia realizadas pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) na Universidade do Estado do Pará (Uepa) e no Instituto de Estudos Superiores da Amazônia (Iesam), as instituições assinaram Termo de Adesão ao Programa Um Bilhão de Árvores para a Amazônia, do governo do Estado.

Com a assinatura, a Uepa e o Iesam reconhecem a fundamental e inadiável importância do resgate das funções ecológicas, da sustentabilidade e longevidade do patrimônio natural da região amazônica, e se comprometem a apoiar a Sema na divulgação do Um Bilhão de Árvores, por meio de várias ações.

Divulgação do link do programa no site da instituição de ensino; participação em atividades envolvendo a comunidade acadêmica com vistas a apoiar tecnicamente e divulgar o programa; inserção da Sema na programação em eventos que envolvam o tema ambiental; e confecção de material visual, quando necessário, são algumas das ações previstas no termo de adesão.

O Secretário de Estado de Meio Ambiente, Aníbal Picanço, apresentou à comunidade acadêmica, durante as palestras, as várias ações da Secretaria para estabelecer no Estado uma Economia Verde, que é uma economia sustentável baseada especialmente nos incentivos financeiros aos pequenos, médios e grandes produtores para o reflorestamento no Pará.

Dessa forma, defende o titular da Sema, o estado sairá em curto tempo, da lista dos que mais desmatam a região amazônica. “Sou um entusiasta da idéia de que iremos transformar o Pará, que atualmente é o que mais desmata, no que estado que mais refloresta. E não é só usando a caneta que conseguiremos esse feito, mas incentivando o produtor a ganhar dinheiro com isso”, destaca Picanço.

Segundo o secretário, plantar espécies exóticas como pioneiras nas propriedades paraenses, irá garantir o fundo necessário para o plantio de nativas. O crescimento de exóticas, a exemplo do eucalipto, tem crescimento e corte rápidos, o que dá ao produtor rendimento quase que imediato.

“Com esse dinheiro, o proprietário poderá sustentar sua casa e ainda fazer o plantio das nativas, que devem ocupar, obrigatoriamente, a totalidade das propriedades ao final de 30 anos, tempo máximo em que as reservas florestais devem ser recuperadas, conforme prevê o código florestal brasileiro”, explica.

Luciana  Almeida
Ascom Sema
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