Comunidades do Combu valorizam o meio ambiente

Moradores, líderes comunitários e professores da Área de Proteção Ambiental da Ilha do Combu (APA Combu) e adjacências têm discutido a importância da educação ambiental. O papel do educador tem sido valorizado entre as estratégias para a conservação dos recursos naturais da área. Para isso, a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) realiza, desde 2009, oficinas de conscientização na APA Combu e entorno.

Até março foram realizados dois módulos das oficinas planejadas. A 3ª etapa está prevista para maio. O tema do próximo encontro abordará as alternativas de geração de renda para as comunidades da APA e dos vizinhos da ilha, durante a entressafra do açaí.

O gerente da APA Combu, Cristino Rêgo, nos dois módulos anteriores do Curso de Capacitação e Formação de Educadores, realizou palestras de avaliação da importância das áreas protegidas para as comunidades no contexto global.

Os organizadores do ciclo de palestras defendem que a capacitação de agentes multiplicadores de educação ambiental e a promoção da melhoria da vida dos moradores da APA e entorno estão entre os principais interesses das oficinas.

Uma das propostas atuais feitas pelos moradores é a execução de uma campanha para um trabalho de destino final do lixo que vem de Belém pelas correntezas das águas e fica acumulado na orla da APA Combu. O gerente da APA enfatiza que os habitantes estão alertas com a poluição do meio ambiente. “Eles se preocupam em aplicar os conceitos demonstrados e trabalhados nos cursos”, avalia.

APA da Ilha do Combu – A Área de Proteção Ambiental foi criada pela Lei nº 6083 de 1997. Está situada à margem esquerda do rio Guamá, 1,5 km ao sul de Belém. A APA é composta por quatro comunidades: Igarapé Combu, Santo Antonio (igarapé Periquitaquara), Furo do São Benedito e Beira do Rio.

 Ascom Sema
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