Metodologia permitirá mapeamento de cadeias produtivas

Formar profissionais capacitados na aplicação de metodologia voltada para a melhoria das cadeias de produção da castanha, copaíba e andiroba, produtos previstos no Plano Nacional de Produtos da Sociobiodiversidade, é o objetivo da Oficina de Metodologia Value Link, que o Ministério do Meio Ambiente, governo do Estado do Pará e GTZ (Destsche Gesellschaft für Technische Zusammenarbeit), promovem no período de 27 de outubro a 01 de novembro, no Hotel Mirante da Ilha, em Alter do Chão – Santarém.

A Metodologia Value Link é utilizada para o mapeamento das cadeias de valor de produtos de origem animal e vegetal. Dessa forma, a oficina terá como objetivos conhecer e descrever a metodologia de fomento das cadeias de valor; integrar equipes interdisciplinares para elaborar e implementar processos de fomento a cadeia de valor; incorporar as orientações metodológicas de fomento em seu trabalho diário; formar facilitadores técnicos no mapeamento/fomento das cadeias de valor e; aplicar na prática a metodologia Value Link.

Serão formados 30 profissionais, entre técnicos do governo, colaboradores da GTZ, ONGs e demais organizações de apoio as cadeias da pesca, castanha, copaíba e andiroba. Os técnicos formados comporão o Grupo Gestor Estadual do Plano Nacional dos Produtos da Sociobiodiversidade.

O governo do Estado apóia a realização do evento por meio do Instituto de Desenvolvimento Florestal do Pará – Ideflor, o Idesp e a Sedect. “A oficina será importante para formar profissionais capazes de identificar e intervir positivamente nas cadeias de valor de produtos de origem natural. É o momento de preparação e unificação de uma metodologia comum a ser utilizada quando da implementação do Plano Nacional dos produtos da sociobiodiversidade, do governo Federal”, frisou a gerente de Produtos e Sub-produtos Florestais do Ideflor, Zilma Nascimento.

O foco da iniciativa são as cadeias do açaí, andiroba, castanha e copaíba. A metodologia a ser ministrada permite o mapeamento de cadeias de diversos produtos. “Isto será muito proveitoso para as diversas ações que o Estado vem conduzindo, como ações de apoio a cadeias produtivas e de fomento a iniciativas extrativistas, que o Ideflor vem coordenando, além do mapeamento e estruturação de arranjos produtivos locais desenvolvidos pelo Idesp e Sedect”, completa a gerente.

Programas de governo importantes para a economia florestal como o Pará Florestal, Extrativismo Vivo e o Campo Cidadão contarão com uma ferramenta importante capaz de orientar a intervenção em cadeias de produção importantes para as comunidades do Estado.

 

Texto: Adriana Martins / Ideflor

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