A Diretoria de Áreas Protegidas da SEMA

 

 

A Diretoria de Áreas Protegidas da SEMA

 

A estrutura organizacional da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) é formada por cinco diretorias: Diretoria de Áreas Protegidas (DIAP), Diretoria de Controle e Qualidade Ambiental (DCQA), Diretoria de Planejamento Ambiental (DIPLAN), Diretoria de Recursos Hídricos (DIREH) e Diretoria de Gestão Administrativa e Financeira (DGAF). Estas diretorias desempenham, entre outras missões institucionais, ações de combate ao desmatamento, preservação e conservação da rica biodiversidade do Estado do Pará.

 

Uma das ferramentas mais eficientes para combater a degradação ambiental e outras ameaças à manutenção da floresta amazônica é a implementação de áreas protegidas, desafio a cargo da DIAP, dirigida pela Engenheira Química, Sônia Kinker, pós-graduada em Ciência Ambiental e Turismo Ambiental.

 

Tarefas – A DIAP traça as políticas de preservação e conservação das áreas de biodiversidade, com ênfase na defesa das espécies ameaçadas de extinção, da proteção das características excepcionais de natureza geológica e geomorfológica.  Também se incluem nessa missão os sítios arqueológicos, as construções espeleológicas (Cavernas), as belezas cênicas, das áreas produtivas e potencialmente úteis ao ser humano, nas diversas categorias de manejo, para a pesquisa científica, o manejo sustentado, a educação ambiental, recreação e o turismo.

 

E ainda, cuidar das vocações naturais e condições sócio-econômicas de amostras representativas dos ecossistemas do Pará, a criação de mosaicos de Unidades de Conservação e outras áreas protegidas, respeitando as populações tradicionais, o papel histórico e cultural de indígenas, quilombolas e ribeirinhos, sem descuidar do papel dos setores produtivos na economia local.

 

O Pará tem mais de 122 milhões de hectares, onde se encontra hoje 82 unidades de conservação da natureza; sendo 45 federais, 19 estaduais, 13 municipais e 05 particulares. Estas áreas equivalem a quase 33% da área do estado, ou seja, 41.170.201 hectares de terras de Uso Sustentável (US). Isto, somado às invejáveis faixas de proteção à natureza, as Terras Indígenas (TI), identificadas, demarcadas e homologadas, representando 24,80% da área do estado, ou seja, 30.902.743 hectares, e as áreas quilombolas, 0,46% do estado, 744.178 hectares. Atinge um total de 58,16% de áreas do estado destinadas à preservação e conservação.

 

O mais expressivo estoque florestal do Pará está concentrado na região Calha Norte, o que garante o maior bloco contínuo de florestas tropicais do mundo. O oeste do Pará, onde está a Calha Norte, é uma área de alta prioridade para conservação da biodiversidade, já ainda tem grande parte de suas florestas intactas, e representa uma parcela importante das florestas tropicais úmidas restantes no mundo.

 

Por esta razão o governo estadual criou a maior Unidade de Conservação de proteção integral em florestas tropicais do planeta, exclusivamente para preservação e pesquisa dos ecossistemas. Com isso, o estado do Pará tem aproximadamente 55,4% de seu território protegido.

Em quase dois anos de governo “já é possível traçar um balanço positivo das políticas públicas focadas no desafio de colaborar com os programas de conservação em nível mundial, que recomendam cuidados especiais com o clima do planeta, com estímulos ao desenvolvimento de atividades sustentáveis, sendo a conservação e preservação de áreas verdes na Amazônia fatores determinantes”, afirma a diretora Sônia Kinker.

           

Aqui, neste site (www.sema.pagov.br), você ainda encontra a listagem de todas as unidades de conservação do Brasil e a lista de espécies ameaçadas de extinção no Pará, fauna e flora, atualizada.

 

Ascom/Sema

Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade
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